Projeto Azeredo
 
Internet Livre !!!
É pau, é pedra, é pena PDF Imprimir E-mail
Escrito por Everton   
Dom, 22 de Março de 2009 14:45

Fonte: http://www.pedroalexandresanches.blogspot.com/


Segue abaixo uma das várias boas entrevistas feitas para a reportagem "caiu na rede é peixe", da "carta capital" 538, nas bancas neste fim-de-semana.

trata-se de pena schmidt, ex-executivo, diretor e produtor de gravadoras mulltinacionais (esteve na warner à época do advento de titãs, ira!, ultraje a rigor e outros), ex-dono do selo independente tinitus, ex-presidente de associação de gravadoras independentes, diretor de palco em grandes festivais de música, atual diretor do auditório ibirapuera (patrocinado pela telefônica tim, registre-se). entre muitas outras coisas.

a quantidade de temas importantes - e fascinantes - aqui abordados é praticamente incontável, então elejo apenas algumas frases e termos-chave para ressaltar com negritos. mas a íntegra é que é, uma verdadeira aula de amor à música.

à entrevista, ela fala por si só:

pedro alexandre sanches - gostaria de ouvir suas opiniões sobre o modo como hoje se compartilha música, via blogs e comunidades virtuais, sobre a repressão por parte das gravadoras e sobre o fechamento da comunidade discografias, no orkut. ela foi fechada, na verdade pelos próprios coordenadores...

pena schmidt - ...atendendo a pedidos, né? você não está no twitter, não, está?

pas - estou, mas não me habituei ainda...

ps - estou começando a me divertir com isso, botei uns três comentários sobre isso hoje [segunda-feira 16]. pintou um link que o leoni botou e eu passei para frente, de uma matéria de um cara inglês que escreveu de uma forma sensacional. assim: devemos esperar consolidar o modelo do negócio, ou podemos pular no abismo?

pas - o cara é de gravadora?

ps - é. ele explica, um raciocínio bacana, não é meu, mas está lá. meu, a revolução dos livros no tempo do gutemberg foi feita assim. ninguém sabia para onde ia, nem o que fazer. a igreja e o estado eram contra, por princípio, e de repente um fulano inventou o livro menorzinho, que gastava menos papel, era mais rápido de imprimir. e foi, acabou, não teve como segurar ou administrar. é a mesma coisa. aí tem uma frase no final, extraída da internet de 1990 e poucos, o cara dizia assim, ó: "se um garoto de 14 anos nas horas de folga pode detonar o seu negócio, e ainda por cima não por ódio, mas por amor, você tem um problema" [ri].

Última atualização em Ter, 24 de Março de 2009 13:50
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Foi lançado o e-book "Para entender a Internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Demetrius   
Sáb, 21 de Março de 2009 11:09

257097Nesta semana, foi lançado o e-book "Para entender a Internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede". Escrito por 38 autores diferentes e de forma participativa, o livro virtual está disponível gratuitamente para download. Vale Ver!

Para conferir todo o conteúdo do e-book, clique aqui e faça o download.

Direitos autorais, p2p, inclusão digital, projeto de lei de controle da web, cauda longa, interatividade e outros muitos temas fazem parte desta coletânea, organizada pelo blogueiro Juliano Spyer.

Figurinhas carimbadas no meio virtual são os autores dos artigos, cada qual escrevendo sobre o assunto que têm intimidade, a começar pelo Edney Souza, o Interney, que escreve sobre blogs. Outro tema discutido no e-book é o micro-blogging, em artigo do Fábio Seixas, um dos brasileiros mais seguidos no Twitter. Para entender a Internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede, publicação coletiva organizada por Juliano Spyer - Diisponível on line sob licença Creative Common
s.

Última atualização em Ter, 24 de Março de 2009 13:51
 
A Obra ganha ação na Justiça contra a OMB PDF Imprimir E-mail
Escrito por Everton   
Sex, 20 de Março de 2009 09:36

A Obra sempre teve como um de seus principais objetivos ser um espaço aberto para as novas bandas de Belo Horizonte. Seus proprietários são músicos amadores, e por muito tempo sentiram na pele a dificuldade de encontrar na cidade um lugar onde uma banda iniciante, que toque músicas próprias, possa se apresentar em condições minimamente adequadas.

Buscando lucros mais fáceis, as casas noturnas geralmente preferem as bandas que já conquistaram um grande público ou que tocam covers dos sucessos de FM.

De olho na cena alternativa da cidade, A Obra sempre deu prioridade para as novas bandas em sua programação. Principalmente no projeto "Terça Sem Lei", em que as bandas iniciantes tocavam em shows com toda a estrutura necessária.

Nos seus primeiros dois anos, a casa sediou shows de mais de 200 bandas, que contaram sempre com uma boa estrutura e trabalho de divulgação. Bandas formadas por jovens músicos (muitos deles de baixa renda) que, com poucas exceções, são totalmente amadores e não ganham nenhum dinheiro com a música.

Essas bandas viam na Obra uma chance de mostrar o seu som e, em alguns casos, começar a conquistar algum espaço para um dia talvez se tornarem profissionais. Por isso, sempre foi grande a procura por um espaço na agenda da Obra, que fazia questão de dar oportunidade ao maior número de bandas possível.

Mas, infelizmente, em março de 1999 A Obra foi multada porque estava sediando um show de músicos que não tinham a carteirinha da Ordem dos Músicos do Brasil. Desde então, a casa ficou proibida de realizar shows de músicos que não eram filiados à OMB, ou seja, de quase todas as bandas da cena alternativa de BH.

Muitos eventos foram, inclusive, desmarcados.

Última atualização em Ter, 24 de Março de 2009 13:48
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Depois do Pirate Bay, é a vez do Mininova ir à Justiça PDF Imprimir E-mail
Escrito por Everton   
Qua, 18 de Março de 2009 16:50

Enquanto os donos do site The Pirate Bay aguardam o veredicto de seu processo na Justiça (o resultado sai em 17 de abril), a máfia indústria do entretenimento prepara mais uma investida contra os portais de torrents. O próximo alvo é o site Mininova, cujo julgamento acaba de ser marcado para o dia 20 de maio.

E ao contrário do caso Pirate Bay, que teve um monte de depoimentos e discussões, o julgamento do Mininova será sumário: as autoridades da Holanda, país-sede do site, resolveram que tudo será feito em apenas 1 dia. Se isso aumenta ou diminui as chances dos piratas, não sei. Mas eles parecem tranquilos - tanto é que postaram na internet uma série de fotos mostrando quem são e como é seu escritório, onde trabalham 5 pessoas. E aí? Quem vai levar a melhor?

 

Fonte: Super Abril

Última atualização em Ter, 24 de Março de 2009 13:46
 
Orkut perde sua maior comunidade para troca de músicas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Everton   
Seg, 16 de Março de 2009 21:15

Quase 1 milhão de internautas amanheceram nesta segunda-feira (16) com uma comunidade a menos no seu Orkut. Após meses de queda de braço com representantes das gravadoras, a comunidade "Discografias" anunciou, no domingo à noite, seu fim.

Criado em novembro de 2005, o endereço abrigava 921 mil usuários cadastrados --o número de pessoas que a utiliza efetivamente ultrapassava 1 milhão, já que para acessar seu fórum não é preciso se inscrever. Ali, internautas compartilhavam links com álbuns musicais inteiros sem pagar nada. A organização e o volume de material fez com que o endereço se tornasse uma das principais plataformas na web brasileira para quem procura esse tipo de conteúdo.

"Informamos a todos os membros da comunidade 'Discografias' que encerramos as atividades devido às ameaças que estamos sofrendo da APCM [Associação Antipirataria Cinema e Música] e outros orgãos de defesa dos direitos autorais", diz uma nota publicada no Orkut, assinada pelos moderadores, que não se identificam. A nota não informa que tipo de ameaça estaria sendo feita contra eles.

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